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Aniversário:11 de julho

Cidade:Campinas-SP

Gosto:Boas amizades, Viver, Conquistar, Amar

Hobby:Compor

Filmes:Aprecio a todos os gêneros

Músicas:Dance, Românticas... Preferidas :Folhas de outono; As rosas não falam, Palavras lindas...


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Créditos




SEXTAS E  OITAVAS SÉRIES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO : DESEMPENHO PIORA

 

 

 

O desempenho das 6ª e 8ª séries da rede municipal de São Paulo em 2008 piorou em relação a 2007. Apenas 38,5 % dos alunos de 6ª série e 38% dos alunos de 8ª atingiram nível considerado satisfatório em português, segundo dados da Prova São Paulo 2008, divulgada nesta sexta-feira (17). Em matemática, menos de metade dos alunos alcançou nota satisfatória - 41,2% dos estudantes de 6ª série e 47% dos alunos de 8ª série.

O secretário municipal de educação, Alexandre Schneider, atribuiu o baixo desempenho do ciclo II à baixa adesão dos estudantes de 6ª e 8ª à prova, que foi aplicada próxima do final das aulas, e à falta de recursos que esses alunos tiveram em séries anteriores. "Estou até muito satisfeito com o resultado do ciclo II, pois entramos numa rede sem currículo e que ainda tinha 3º turno. Mas também não podemos nos esconder atrás disso", avaliou Schneider.

Já no ciclo I (primeiros quatro anos do ensino fundamental), 66% das notas da 2ª série e 56,4% da 4ª atingiram o nível ideal em português. Em matemática, mais alunos tiveram desempenho satisfatório e a tendência da diferença de desempenho entre os ciclos se manteve: nas 2ªs e 4ªs séries, 77,7% e 68,4% dos estudantes tiveram nível ideal respectivamente.

Próximos passos

Dentre as ações para recuperar os alunos foram citadas a intensificação no treinamento dos professores no que se refere à verificação de aprendizagem e a realização de recuperação nas salas de apoio, com material específico. Segundo o secretário, será organizado um programa de orientação de mães e pais, incentivando-os a acompanhar a educação dos filhos. "Com o acompanhamento deles, funciona melhor", explica Schneider.

A Prova São Paulo é uma avaliação externa e está em sua segunda edição. Quase 300 mil alunos das 2ªs, 3ªs e 4ªs séries do ciclo I e das 5ªs, 6ªs, 7ªs e 8ªs séries do ciclo II do ensino fundamental (as séries ímpares foram incluídas nesse ano). O objetivo da avaliação é verificar a proficiência dos alunos e definir os rumos que as escolas devem tomar em relação aos estudantes. As escolas receberão o nível de cada aluno.

O que é o nível satisfatório

Na 2ª série, o desempenho satisfatório são as notas maiores que 125; na 4ª série, são as maiores que 175 (nível). Na 6ª série, o nível considerado ideal consiste em notas maiores que 225; na 8ª série, o desempenho satisfatório é o maior que 250. A escala vai de 100 a 375.

Para termos uma idéia, estudantes com desempenho satisfatório na 2ª série, na disciplina de português, devem saber ler textos e explicitar seu assunto. Em matemática, esses alunos devem saber resolver problemas envolvendo adição, subtração e multiplicação, dentre outros pontos.

Na 4ª série, os de nível satisfatório conseguem estabelecer conexões entre texto e conhecimentos prévios em português; em matemática, eles devem saber ler e interpretar informações em gráficos e em tabelas simples.

Na 6ª série, em português, alunos com nível ideal conseguem comparar textos quanto ao tratamento temático dado; em matemática, eles devem identificar relações entre o número de elementos como faces, vértices e arestas de um poliedro.

Já na 8ª série, em português, os estudantes devem interpretar a posição do autor em relação a conceitos ou acontecimentos. Em matemática, os estudantes no nível ideal precisam saber resolver situações-problema envolvendo unidades de medida.

Editado por NilceuProf

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PREFEITURA DE SP QUER ADOTAR BÔNUS PARA OS PROFESSORES

 

 

 

A rede municipal de São Paulo estuda a adoção de bônus por desempenho para os professores da rede. A proposta foi uma das promessas de campanha do atual prefeito Gilberto Kassab e deve ser implementada em 2010.

Segundo o secretário de educação Alexandre Schneider, as regras do benefício serão discutidas com a rede e devem ser implementadas em 2010. "Não vai ser igual ao do Estado, porque iremos levar em conta também o desempenho de cada aluno, só ainda não sabemos se será em relação à nota de um ano para o outro ou pela média". O bônus do Estado é calculado sobre a meta da escola.

Schneider afirma que o bônus deve sair em 2010 para que haja um maior debate sobre as regras que o regirão. "Prefiro atrasar um ano para a rede saber como irá aplicar, do que pegar três pedagogos e três economistas e fazer uma fórmula mágica", disse o secretário em entrevista coletiva nesta sexta-feira (17).

Os sindicatos desaprovam o sistema, pois alegam que a realidade e as condições das instituições são distintas.

"A verba recebida, o número de alunos por sala, a infraestrutura são diferentes. Essa forma [o bônus] privilegia as escolas que têm melhores condições, além de transferir mais uma vez a responsabilidade sob a qualidade de ensino para os professores", disse a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, em debate realizado no ano passado.

 

 

Editado por NilceuProf

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Prefeitura de SP recebe professores e categoria decide esperar para definir sobre greve

 

 

Uma comissão representando os professores da rede municipal de ensino de São Paulo foi recebida nesta sexta-feira pela Secretaria de Gestão após um ato em frente ao prédio do órgão. Os professores reivindicam aumento salarial real, incorporação de gratificações, entre outros itens. A categoria decidiu aguardar o prazo pedido para a secretaria para analisar as reivindicações, até o dia 30. De acordo com a decisão do órgão, a categoria definirá sobre a paralisação.

Hoje os professores realizaram uma paralisação para um dia de protesto, no centro de São Paulo, para reivindicar aumento salarial. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), 300 pessoas se reuniram na rua Líbero Badaró, onde fica a secretaria. Segundo a categoria, 800 professores participaram do protesto.

Segundo o presidente do Sinpeem (sindicato dos professores), Claudio Fonseca, e também vereador pelo PPS, ao todo a pauta da categoria tem 62 itens, mas os principais envolvem a remuneração e a valorização do trabalho. A principal reivindicação da classe é a aplicação de 17,5% de aumento agora. Na questão funcional, segundo Fonseca, os professores querem o direito de carreira do quadro de apoio.

"Como fixaram até o final do mês para dar resposta, nós votamos aqui para, no dia 30, realizar uma outra reunião. Se o governo apresentar a resposta antes nós vamos usar uma reunião que faremos dia 27 para avaliar a resposta do governo. Se não apresentar nada até dia 30, estaremos aqui novamente e vamos deliberar sobre a greve. Por enquanto estamos em campanha, para pressionar o governo", afirmou o presidente do sindicato.

Atualmente, um professor de ensino fundamental, em início de carreira, recebe R$ 1.121 (jornada de 30 horas).

Projeto da gestão Kassab aprovado no ano passado prevê reajuste de 37,5% do salário-base até o ano que vem, por meio de incorporação de gratificação --os 17,5% estão dentro dessa previsão. Esse aumento permite reajuste aos aposentados (que não recebem gratificações) e ganho em alguns benefícios dos servidores da ativa, calculados em cima do salário-base.

Apesar da queda da arrecadação por conta da crise econômica, a prefeitura tem afirmado que dará parte da incorporação das gratificações neste ano.

O Sinpeem (sindicato dos professores) alega que há espaço para aumento salarial, uma vez que a prefeitura tem gastado menos de 40% de suas receitas com folha de pagamento.

UOL

Editado por NilceuProf

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Ministro da Educação tira dúvidas de vestibulandos sobre o novo Enem, que poderá substituir o vestibular nas federais
Publicada em 14/04/2009 às 00h08m

 

 

 


O resultado da parte objetiva do exame está previsto para 4 de dezembro; o final, incluindo a redação, para o dia 8 de janeiro de 2010. As datas farão com que as universidades participantes alterem de forma drástica o seu cronograma de provas, o que preocupou diversos reitores presentes numa reunião com o MEC, na semana passada. A maioria é favorável à mudança, que ainda terá de ser aprovada pelos conselhos universitários de cada instituição antes de ser adotada. (Saiba também: O nosso vestibular, em linhas gerais)

Principais atingidos pela mudança, os vestibulandos foram, mais do que nunca, tomados pelas dúvidas. Para tentar esclarecer algumas delas, a Megazine pediu que alunos de dois colégios do Rio fizessem perguntas, que foram respondidas por Haddad. Ao lado, e na página 14, você vê o que disse o ministro.

Quais serão, na prática, as mudanças feitas para que o Enem substitua o vestibular? (André Namitala)
FERNANDO HADDAD: O novo Enem terá 200 questões, sendo 50 de cada área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias, além de uma redação. O exame será aplicado nos dois dias de um fim de semana.


 

Quais serão os conteúdos abordados na prova, uma vez que cada parte do país privilegia determinados aspectos das disciplinas? (Mariana Sepúlveda)
HADDAD: Os conteúdos serão os mesmos já abordados no ensino médio, que vão exigir raciocínio e reflexão com o enfoque interdisciplinar e contextualizado típico do Enem. Não mais haverá a cobrança de conteúdos específicos e fórmulas. (Leia também: Novo Enem também poderá ser usado por particulares)


Quantas vezes por ano o exame será realizado? (Maurício de Souza)
HADDAD: Num primeiro momento, o MEC está pensando em realizar a prova uma ou duas vezes ao ano. (Veja também: MEC propõe mudança para outubro)


Quanto custará a inscrição? Ela será cobrada cada vez que fizermos a prova? Ou haverá uma taxa única? (Carolina Lupe)
HADDAD: A inscrição terá o mesmo valor do Enem 2008, que foi de R$ 35 - lembrando que estão isentos do pagamento da taxa de inscrição alunos do terceiro ano do ensino médio de escolas públicas, estudantes que apresentem declaração de carência com atestado da escola e egressos, ou seja, pessoas que concluíram o ensino médio em anos anteriores e que não tiverem condições de pagar a taxa de inscrição, desde que preencham e assinem a declaração de carência impressa no verso da ficha. Para os outros casos, a taxa será cobrada a cada vez que o vestibulando se inscrever na prova. (Saiba mais: Haddad: 'Cursinho pré-vestibular é uma anomalia')

A aplicação de uma prova única para a seleção nas universidades federais não estaria favorecendo regiões do país com maior qualidade de ensino? Qual a proposta do governo para resolver esse problema? (Luiza Fernandes)
HADDAD: A mobilidade é uma das grandes vantagens oferecidas pelo novo formato do vestibular. O novo sistema oferece a oportunidade a mais estudantes de concorrer a mais vagas por todo o país. No mundo todo funciona dessa maneira. Para o MEC, grande parte dos alunos terá confirmada sua primeira opção de curso e instituição de ensino, que geralmente será na escola mais próxima do vestibulando. Além disso, com o Plano de Desenvolvimento da Educação, o MEC já está trabalhando para garantir educação de qualidade para os jovens de todo o país, diminuindo as desigualdades regionais.

Em relação às redações, devemos nos focar mais no modelo do atual Enem ou no que propõem, de forma geral, os vestibulares das universidades federais? (Maria Isabel Assis)
HADDAD: A redação do novo Enem deverá se manter no modelo do atual Enem.

Segundo o MEC, o vestibular não favorece candidatos que não têm condições financeiras de se deslocar pelo território brasileiro para fazer provas. Antes de adotar esse novo modelo, as universidades não deveriam reformar suas estruturas e alojamentos? (Patrícia Pimentel)
HADDAD: O índice de mobilidade dos vestibulandos no Brasil é muito pequeno. Estudos do MEC indicam que é de 0,04%, enquanto em países desenvolvidos chega a 20%. E, para garantir não só o acesso de jovens que saiam de suas cidades, mas também sua permanência, o MEC prevê aumentar verbas para ajudar a financiar moradia, alimentação e transporte aos alunos que necessitarem.

Como ficam as cotas nas universidades com esse novo processo seletivo? (Nicolli Luro)
HADDAD: A adoção de um sistema unificado não inviabiliza a adoção de mecanismos de ação afirmativa ou de outros processos alternativos de seleção de estudantes, como as avaliações seriadas oferecidas por algumas instituições.

Quais são as mudanças esperadas nas escolas públicas e privadas, que deverão se adaptar ao novo método de ingresso nas universidades? Qual a real intenção do governo ao adotar esse novo vestibular? (Lucas Nogueira e Gabriel Magnam)
HADDAD: O que o MEC pretende é contribuir para um ensino médio com mais conteúdo e menos decoreba, mais voltado para o conhecimento e a capacidade de compreensão e análise por parte dos estudantes. Livre das amarras de um vestibular que não apura o conhecimento, mas a capacidade de resposta dos candidatos.

Com uma primeira etapa unificada, a segunda terá um peso maior na seleção das universidade poderá ficar mais difícil. Sendo assim, a nova versão do exame vai, de fato, facilitar o acesso? (Rodrigo Mafra)
HADDAD: A grande novidade é que, depois de realizar o Enem, o candidato poderá simular sua classificação no Sistema de Seleção Unificada. Diariamente, durante o tempo que as inscrições estiverem abertas, essa simulação será atualizada na internet, com base nas inscrições dos demais candidatos. Com o modelo atual de vestibular, muitos jovens de baixa renda nem sequer conseguem prestar o exame ou o fazem apenas em uma ou duas instituições, porque não têm como bancar os custos de deslocamento. Com o exame nacional, passam a disputar o total de vagas disponíveis. E terão que se deslocar apenas em situações especiais. Portanto, o aluno de baixa renda teria que se deslocar eventualmente, mas com uma perspectiva concreta de aprovação.

O senhor não concorda que, neste momento de crise, o dinheiro público que será gasto para pagar às universidades federais o valor atribuído às inscrições deveria ser aplicado na melhoria do ensino de base, elevando assim o nível do sistema como um todo? (Thainá Pinnola)
HADDAD: O Enem não é pago para a universidade. Os alunos de escolas públicas não pagam o Enem. Os que pagam têm uma tarifa muito pequena, de R$ 35, e esse recurso será empregado no custo da prova. Isso não guarda relação com a melhoria da qualidade. Isso está sendo feito por meio de outros projetos e programas que têm esse objetivo, como é o caso do Reuni.

Essa medida não poderia ser proposta para o próximo ano, já que os colégios não tiveram tempo de se preparar para tais modificações? (Daniela Rodrigues)
HADDAD: O MEC entende que não há necessidade de mudança de preparação para o novo Enem. Quem está preparado para o vestibular, em tese, está preparado para essa nova prova.

Como será a segunda etapa nas universidades? (João Guilherme Coelho)
HADDAD: Cada universidade aplicará a seleção de acordo com regras próprias, decididas por seus conselhos superiores. Outra novidade é a possibilidade de ponderação dos pesos de cada prova. Assim, as universidades que resolvam aderir podem optar ou não por realizar uma segunda fase, ou apenas realizá-la para os cursos mais concorridos e aqueles que necessitem de provas específicas.

O Globo

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Prioridades de novo secretário da Educação de SP são alfabetização e ensino médio

 

 


O novo secretário da Educação de São Paulo, o ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza, assumiu a pasta nesta segunda-feira (13) e informou que vai priorizar a alfabetização de crianças de até 8 anos e as melhorias do ensino médio. Souza deixa o mandato de deputado federal pelo PSDB-SP afirmando que assume um "compromisso partidário em um momento delicado da vida política do país".


O que você achou da troca de comando da secretaria?

Paulo Renato de Souza assume a secretaria de Educação de São Paulo
"Vamos dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito pela secretária Maria Helena [Guimarães de Castro]. Há duas ações que terão uma atenção especial da minha parte. A primeira é a alfabetização. Queremos todas as crianças plenamente alfabetizadas até os 8 anos. Em segundo lugar, há a diversificação do ensino médio, que deve proporcionar um caminho para a vida em geral, para a profissionalização", disse Souza em entrevista coletiva após assumir o posto.

Em sua posse, estiveram presentes lideranças do PSDB, como o presidente do partido Sérgio Guerra, além do líder do DEM na Câmara federal, Rodrigo Maia, e do prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM). O evento, com ares de posse ministerial, ocorreu no Palácio dos Bandeirantes.


Foco nas apostilas
O governador José Serra (PSDB) afirmou que o foco da educação paulista está na implantação de melhores materiais docentes e discentes. "As apostilas permitem organizar melhor o ensino", disse.

Em março, a Secretaria de Estado da Educação foi criticada pelo governador por ter distribuído livros de geografia para alunos da 6ª série do ensino fundamental com erros em mapas.

Os livros traziam um mapa com dois Paraguais e ainda erros de digitação. "Isso não é um erro que alguém possa ignorar. Ninguém acha que tem dois Paraguais. Acho que houve algum problema de impressão, mas acho que secretaria deveria revisar os materiais", afirmou o governador na época.


Maria Helena Guimarães de Castro deixou o comando da secretaria
Para onde vai a secretária?
A ex-secretária da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, concedeu entrevista coletiva que durou poucos segundos. Limitou-se a falar de suas realizações na pasta e disse que não pretende continuar na assessoria de Paulo Renato.

No dia 27 de março, o Palácio havia anunciado que Maria Helena permaneceria na pasta. A secretária afirmou que tem projetos com Fernando Henrique Cardoso e que pode vir a oferecer consultorias para a Secretaria da Educação do Estado "mais para frente". No momento, não informou seus projetos.

Em discurso emocionado - lido, e não improvisado - durante a posse, Maria Helena chamou Paulo Renato de "amigo" e enfatizou o estabelecimento de metas para a educação paulista. "Cumpri rigorosamente as metas que havia estipulado para mim", afirmou.


Perfil do novo secretário
O economista Paulo Renato Souza exercia o mandato de deputado federal pelo PSDB-SP e foi Ministro da Educação nos dois governos de Fernando Henrique Cardoso.

Como ministro, criou o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o Provão (atual Enade - Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), o Fundef (Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental) e o Bolsa-Escola. Segundo seu site, Souza defende a prioridade para o ensino básico, o crescimento econômico, a geração de empregos e a democracia.

Na área de educação, Souza foi também reitor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e secretário de educação em São Paulo na gestão de Franco Montoro. O deputado foi ainda diretor do BID (Banco Interamericano do Desenvolvimento) e coordenou o programa das duas candidaturas de Fernando Henrique.

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NENHUMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO EM SÃO PAULO ATINGIU META

 

 

Nenhuma escola estadual da cidade de São Paulo que oferece sexta e oitava séries ou ensino médio tem médias consideradas adequadas em português e matemática, conforme critério da própria Secretaria da Educação, informam Fábio Takahashi e Evandro Spinelli .

De acordo com a reportagem, na quarta série, apenas dez unidades obtiveram nota considerada adequada. Os dados fazem parte do
Saresp, exame anual aplicado pelo Estado, cujos resultados foram divulgados na semana passada.

Na quarta série, a secretaria espera que os alunos consigam, por exemplo, compreender a moral de uma fábula ou resolver problemas matemáticos que envolvam centavos. A pasta reconhece que há problemas na qualidade do ensino, mas afirma que tem havido avanços.

Resultado do Saresp

Segundo os
dados do Saresp divulgados na semana passada, os alunos da rede pública de ensino de São Paulo que fizeram a avaliação em 2008 tiveram desempenho médio melhor em matemática do que o apresentado no exame de 2007. Em compensação, o desempenho em língua portuguesa caiu na 4ª, na 6ª e na 8ª séries do ensino fundamental em relação ao ano anterior.

O Saresp avaliou cerca de 1,8 milhão de estudantes no fim de novembro do ano passado. Fizeram as provas alunos de 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do ensino fundamental e 3ª série do ensino médio de todo o Estado.

 

UOL/FOLHA

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São Paulo tem mais de mil crianças fora da escola

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta reportagem da Folha de domingo (12) com base em levantamento dos conselhos tutelares da cidade. A edição do jornal deste domingo já está nas bancas.

A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB). O ensino fundamental é a única etapa obrigatório do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários da Educação).

Devido às reclamações sobre falta de vagas, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão. A relação, com 1.027 nomes, de nove regiões, será enviada ao Ministério Público. Os governos municipal e estadual negam que haja falta de vagas. A prefeitura admite, no entanto, que o processo pode estar mais lento.

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