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Estas e outras dúvidas que permeiam a cabeça das pessoas que querem aprofundar seus conhecimentos após a universidade são respondidas pelo livro "Como Planejar a Educação" , da "Série Sucesso Profissional Finanças Pessoais", da Publifolha.
Veja abaixo trecho do livro sobre a pós-graduação.
PÓS-GRADUAÇÃO: MESTRADO, DOUTORADO E ESPECIALIZAÇÃO
Os cursos de mestrado ou doutorado são oferecidos pelas instituições de ensino mais tradicionais do mercado. Há opções tanto em escolas públicas quanto particulares. As escolas públicas não cobram pelo curso, enquanto nas escolas particulares os valores variam entre R$ 300 e R$ 900, dependendo do número de créditos cursados. Mas fique atento: algumas instituições fornecem bolsas de estudo. Fonte: Esta
Importante passo na vida de qualquer pessoa, atingir o mais alto grau da educação formal no Brasil é um grande desafio. Para ter uma idéia, o número de alunos matriculados no mestrado e doutorado não passa de 0,51% da população.
Diferenças
Os cursos de pós-graduação no Brasil são divididos em dois grupos:
Lato sensu - Estão classificados neste grupo os cursos de extensão/ aperfeiçoamento e os de especialização.
Stricto sensu - São os cursos de mestrado profissionalizante, mestrado e doutorado.
Os índices
A partir de 1991, houve um crescimento do número de alunos no mestrado e doutorado, atingindo um total de aproximadamente 87 mil matrículas. Nos últimos 15 anos, o volume de estudantes matriculados no mestrado cresceu quase 80%, enquanto no doutorado as matrículas triplicaram.
Dissertação e Tese
Dissertação - Estudo aprofundado sobre um campo do saber.
Tese- Estudo que deve trazer algo de novo para um campo do saber, como, por exemplo, uma nova teoria ou um novo tratamento de doenças.
Mestrado Profissionalizante
Curso menos teórico que o acadêmico e voltado para o mercado de trabalho. O aluno deve apresentar uma dissertação - monografia - em forma de projeto ou estudo de caso para obtenção de titulação.
Mestrado Acadêmico
Pós-graduação voltada para o ensino e a pesquisa. Oferece o título de mestre em determinado campo do saber, portanto é um curso direcionado para quem deseja lecionar. São cursos que exigem proficiência em outra língua, além do português, usualmente o inglês. Para obtenção do título é necessária a preparação de dissertação.
Doutorado
Curso voltado para a formação de pesquisadores, dedicado exclusivamente à vida acadêmica e que busca o aprofundamento intenso em determinado campo do saber. Para obtenção do título é obrigatória a defesa de tese.
Custos da Pós-Graduação
Formação de Ponta
Há diversos cursos de Master in Business Administration no Brasil, mas nem a qualidade e o reconhecimento variam muito entre eles.
Ganhos
Observando-se os dados dos dez melhores MBAs brasileiros, verificamos que a média salarial dos participantes subiu algo como 33% depois de concluído o curso.
MBA à Brasileira
São cursos de especialização em administração de empresas que buscam a ampliação dos conhecimentos diretamente aplicáveis aos negócios. A sigla MBA vem do nome em inglês Master in Business Administration, mas não se engane, esses cursos são do tipo lato sensu. Algumas entidades oferecem como complemento ao currículo do MBA parcerias com instituições estrangeiras, proporcionando um período de estudos fora do país.
Autores: Fabio Gallo Garcia e William Eid Júnior
Editora: Publifolha
Páginas: 72
Quanto: R$ 19,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
Os computadores são os grandes responsáveis pelo impacto das tecnologias da informação e comunicação na educação, através da fenomenal multiplicação nas capacidades de processamento numérico e de processamento simbólico/lógico. E como terceiro fator a comunicação. E a amplificação do impacto se deu através da interação multimídia e a instrumentação de dispositivos físicos; interligação de computadores e pessoas em locais distantes.
Mas de que forma efetivamente podemos utilizar as tecnologias de informação e comunicação em educação?
São várias as possibilidades. Podemos exemplificar considerando que elas propiciam uma rápida difusão de material didático e de informações de interesse para pais, professore e alunos. Permitem também a construção interdisciplinar de informações produzidas individualmente ou em grupo por parte dos alunos, o desenvolvimento colaborativo de projetos por parte dos alunos (mesmo geometricamente distantes), troca de projetos didáticos entre educadores das mais diferentes e distantes regiões do País.
E estas possibilidades tendem a se ampliar face ao crescente aumento da velocidade de transmissão das redes que permitem a utilização de novas aplicações para fins educacionais tais como laboratórios virtuais.
A educação à distancia ressurge com novo ímpeto de forma complementar, substitutivo ou integrante do ensino presencial.
Ela permite um aumento considerável da audiência de um curso ou palestra; oferta de oportunidades de aprendizado em casa ou no trabalho, em qualquer horário; individualização do processo educativo; organização do trabalho em equipe.
É importante lembrar que os aspectos críticos para a implantação do ensino à distância. Fatores como o desenvolvimento de metodologias pedagógicas eficientes e utilização de ferramentas adequadas para o estudo individual, ou em grupo.
Para que o ensino a distancia alcance o potencial esperado é preciso regulamentar a atividade e também definir e acompanhar os indicadores de qualidade que venham a ser definidos.
Outro desafio a ser enfrentado, diz respeito à Formação Tecnológica desenvolvida nos vários níveis de ensino.
É importante lembrar que no final da década de 60, as tecnologias de informação e comunicação foram consideradas vetores do desenvolvimento econômico e social. Ao longo das décadas de 70 e 80, o Brasil (e inúmeros países) conceberam planos nacionais de capacitação tecnológica e de produção doméstica de bens e serviços em informática, como potenciais atalhos rumo ao desenvolvimento.
Os avanços eletrônicos advindos da miniaturização de componentes, alteraram esta concepção na década de 90 (com o surgimento dos computadores pessoais) atribuindo um maior peso ao balanceamento da capacidade de geração, aplicação e uso de tecnologias de um país.
Fonte: Blog Negão
COMO AUXILIAR ALUNOS COM DIFICULDADE EM LEITURA
A dificuldade em realizar a leitura é tida como um dos maiores obstáculos enfrentados pelos alunos. Preocupados com essa questão, vários educadores estão em busca de o melhor caminho a seguir, contribuindo para um melhor desenvolvimento da leitura.
Segundo pesquisas, as escolas estaduais apresentam maior índice em relação à dificuldade com a leitura, porém, vale ressaltar que acontece em todas as instituições de ensino independente do segmento (público ou particular).
É de suma importância para lidar com esta situação, enquanto educadores, ter a consciência de que as dificuldades apresentadas na leitura estão intensamente ligadas ao desenvolvimento das habilidades na escrita provenientes de alterações ou erros de sintaxe, estruturação, organização de parágrafos, pontuação, bem como todos os elementos necessários para a composição do texto.
Partindo desse pressuposto, segue algumas sugestões de estratégias a serem aplicadas de forma que venha facilitar o desempenho no processo de leitura que os alunos apresentam em sala de aula:
• Procure fazer um momento de divisão para leitura, sendo que durante a aula metade do tempo seja dedicado à leitura prazerosa, onde cada um lê o que é de seu interesse, e a outra parte seja voltada para a prática da leitura voltada para o desenvolvimento de conteúdos;
• A escola pode promover campanhas de incentivo à leitura, estimulando os alunos a lerem. Por exemplo: gibis como forma de leitura e entretenimento;
• Trabalhar na análise e decomposição de frases escolhendo palavras segmentando-as em sílabas e fonemas, intervindo na memória, passando de memorização à memória de longo prazo. Vale ressaltar que não deve ser realizada de forma mecânica ou descontextualizada, por exemplo, f e v são vagos quando isolados, mas quando proposto em palavras (faca ou vaca) já permitem um maior entendimento, o que facilita a aprendizagem;
Segundo Duke e Pearson (2002) existem seis tipos de estratégias de leitura consideradas relevantes, baseadas em pesquisas tidas como auxiliares no processo de leitura. São as seguintes:
• Predição: trata-se de antecipar, prever fatos ou conteúdos do texto, utilizando o conhecimento existente para facilitar a compreensão.
• Pensar em voz alta: o leitor verbaliza seu pensamento enquanto lê.
• Estrutura do texto: analisar a estrutura do texto, auxiliando os alunos a aprenderem a usar as características dos textos, como cenário, problema, meta, ação, resultados, resolução e tema, como um procedimento auxiliar para compreensão e recordação do conteúdo lido.
• Representação visual do texto: auxilia leitores a entenderem, organizarem e lembrarem algumas das muitas palavras lidas quando formam uma imagem mental do conteúdo.
• Resumo: tal atividade facilita a compreensão global do texto, pois implica na seleção e destaque das informações mais relevantes contidas no texto.
• Questionamento: auxilia no entendimento do conteúdo da leitura, uma vez que permite ao leitor refletir sobre o mesmo. Pesquisas indicam também que a compreensão global da leitura é melhor quando alunos aprendem a elaborar questões sobre o texto.
Vale ressaltar que, tanto no desenvolvimento da leitura quanto da escrita, pais e professores são mediadores indispensáveis no processo de aprendizagem, prevenindo e intermediando através da correção quando necessária e com cautela.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola
COMO ESTIMULAR A LEITURA
A educação e sua qualidade estão ligadas diretamente à leitura, alunos e pessoas em geral que têm o hábito de ler são mais instruídas e informadas em relação a diversos temas.
Além disso, escreve bem quem lê bastante, no Brasil as pessoas são desprovidas de oportunidades e informação acerca da importância da leitura, acima de tudo, isso é uma questão cultural.
Diante da realidade negativa quanto à incidência de leitura pelas pessoas, cabem aos pais e professores orientar e buscar maneiras que incentivem a sua prática. A seguir algumas sugestões que podem motivar ou estimular a leitura.
- Criação de um espaço específico para leitura na escola, especialmente direcionado para alunos do ensino infantil e fundamental.
- Implantação de uma biblioteca construída com a participação dos alunos e acompanhamento do mediador, no caso, o professor. O trabalho de montagem da biblioteca pode ficar por conta dos alunos em todas as etapas, como catalogar o acervo e organização dos mesmos. Os textos que vão compor a biblioteca devem ser ecléticos, ou seja, devem abordar diferentes temas e assuntos, além de diversificar quanto ao estilo (jornalístico, crônicas, científicos, bulas, publicitários, parlendas, adivinhas, cantigas, oriundos de livros, revistas, jornais, periódicos, gibis entre outros). É importante que o acervo permaneça acessível às crianças.
- Abrir espaços para que os alunos apresentem as idéias acerca do conteúdo das obras lidas, essas podem ser expressas oralmente e também através de figuras, desenhos, pinturas, esculturas e muitas outras.
- Implantação de projetos sobre leitura, elegendo alunos escritores, receber nas dependências da escola o autor de um livro do qual os educandos já leram uma obra.
- Confeccionar um mural onde se coloca notícias em forma de jornal, as informações devem ser oriundas do ambiente escolar.
- Conscientizar os alunos de que a leitura deve ser algo diário e indispensável, assim como beber água, praticar esportes, academia entre outras atividades cotidianas.
- Criar na escola o “clube da leitura”.
- Em casa os pais devem realizar leitura junto com os filhos para que esses vejam a prática como algo que faz parte de sua rotina, e assim tome gosto pela mesma.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
A linguagem brasileira
Nossa língua é um legado de diversidades múltiplas de linguagem e é dividida em duas partes: a fala e a escrita.
A princípio se definiu a fala como individual, algo próprio, passível de ser moldada, de acordo com os grupos lingüísticos.
Já a escrita é social, a fim de termos uma convenção ao escrevermos, algo que será compreendido ao ser lido em todo âmbito social em que a língua é falada. No entanto, com o passar dos anos, falamos de discursos e tipologia de discurso, ou seja, dos tipos de comunicação existentes.
Há tipos de discurso para todas as ocasiões: para conversas formais e informais, com os colegas de sala, com os pais, msn, orkut.
Não falamos com o nosso professor assim como falamos com nosso pai, como também não vamos escrever uma carta a um amigo do mesmo modo que se fôssemos escrever ao presidente.
A linguagem dos internautas está sendo inserida nas salas de aula, porém de forma errônea, nas redações, por exemplo. Por isso, é tão importante trabalhar em sala os discursos lingüísticos, para que o jovem saiba que há meios sociais adequados para cada tipo de linguagem.
Ainda temos outra gama de conhecimento quando se trata da linguagem não-verbal: os quadrinhos, charges, gráficos, símbolos, arte, os gestos. A linguagem não verbalizada nos diz muito do que acontece em nosso meio social, principalmente através da mídia. Além disso, temos a combinação da linguagem verbal e não-verbal, que resulta na linguagem verbo-visual, muito utilizada pelos publicitários, os quais ao mesmo tempo trazem uma mensagem escrita, juntamente com o chamativo das cores e formas da imagem.
É importante trabalhar o texto não-verbal em sala de aula, para os alunos desenvolverem a crítica a respeito da linguagem subliminar existente nesse tipo de discurso, utilizado além da mídia, também pela política.
Os surdos-mudos utilizam a linguagem dos gestos e é fundamental a eles, já que é sua própria fala. Utilizamos o gesto também como complemento da nossa fala.
Logo, a língua portuguesa é a própria essência de quem somos, já que está a nossa volta a todo tempo e lugar e é necessário trabalhar os vários tipos de linguagem pra que possamos, dessa forma, desenvolver cidadãos reflexivos e críticos de sua própria realidade.
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Prova que vai substituir vestibular das universidade federais será aplicada em outubro
O cronograma apresentado na última quarta-feira aos reitores das instituições prevê a divulgação dos resultados da prova objetiva em 2 de dezembro e da redação em 8 de janeiro de 2010. Pelos cálculos do Ministério da Educação (MEC), o novo exame deverá ter a participação de 4 a 5 milhões de estudantes, em vez dos atuais 3 milhões.
A partir da divulgação dos resultados, o aluno irá se inscrever em um sistema online a partir do número do CPF. O sistema que será semelhante ao usado na seleção de bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni). O estudante deverá escolher cinco opções de cursos, que podem ser em uma mesma universidade ou em instituições federais diferentes. A partir dessa inscrição, o candidato poderá monitorar diariamente como está a concorrência para os cursos escolhidos. Ele poderá alterar, a qualquer momento, a opção que pretende disputar.
“Na prática, o estudante concorre a todas as vagas das universidades federais. A partir do momento que ele percebe que suas chances são menores em um curso específico, ele pode migrar”, explicou o ministro da Educação, Fernando Haddad. Caso o estudante não seja selecionado para o curso que marcou como prioridade, ele pode ser aprovado para a sua segunda opção, de acordo com a sobra de vagas.
Segundo o ministro, esse sistema só poderá ser utilizado pelas universidades que adotarem o Enem como prova única de seleção. Ou seja, aquelas que quiserem aplicar uma segunda fase além do exame nacional não incluirão as suas vagas nesse sistema. “Se a primeira opção do aluno é um curso em que é exigida mais uma fase, ele poderá ser prejudicado, porque, se ele não passar na segunda fase, aquela vaga que ele marcou na segunda opção já terá sido preenchida”, disse.
Haddad ressaltou que os modelos de avaliação seriada adotados por algumas instituição, como a Universidade de Brasília (UnB), não ficam impedidos de existir com o sistema unificado. A universidade poderá reservar parte das vagas para essas formas de seleção, bem como para as políticas afirmativas de cotas. O sistema permitirá ainda que a instituição atribua pesos distintos às notas do aluno nas diferentes provas do Enem. O mecanismo já é usado por algumas seleções que dão maior peso ao resultado das provas da área de exatas, por exemplo, ao selecionar um aluno para o curso de engenharia.
O novo Enem será formado por quatro provas e uma redação que devem ser aplicadas em dois dias. A ideia é que sejam realizados testes de linguagens e códigos, matemática, ciências naturais e ciências humanas, cada um com 50 itens.
Um termo de referência com todos detalhes técnicos foi entregue ontem aos reitores que irão discutir nas universidades se vão aderir ao novo Enem como forma de seleção em substituição ao vestibular. De acordo com Haddad, o ministério ainda não contabilizou quantas instituições manifestaram esse interesse. Mas ele voltou a afirmar que a proposta tem sido bem aceita.
“As instituições têm toda a liberdade para não aderir, aderir como unificado ou aderir parcialmente. Acho que o debate amadureceu nos últimos anos ”, avaliou. Também já foi criado um comitê de governança que será responsável pela criação desse novo modelo de vestibular. Fazem parte do grupo as universidades federais, os secretários estaduais de Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem.
Ontem o ministro se reuniu com a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Maria Auxiliadora Seabra, para apresentar o novo modelo. Segundo ele, a proposta foi recebida com “satisfação” porque as mudanças pensadas para o ensino médio não podiam sair do papel, uma vez que a etapa era muito voltada ao atual modelo de vestibular. “Finalmente será possível fazer a reestruturação do ensino médio, que hoje é completamente subordinado a um processo [os vestibulares] de que eles [secretários de Educação] não participam”, afirmou.
Na próxima semana, Haddad se reunirá mais uma vez com os reitores das universidades federais para acompanhar a aceitação da proposta.
Agência Brasil
Pela proposta do MEC, candidato deverá escolher até cinco cursos.
Taxa de inscrição para aluno da rede particular será de R$ 35.
As universidades federais que aderirem à proposta do Ministério da Educação (MEC) de substituir o vestibular pelo novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão indicar pesos diferentes para cada uma das cinco provas (linguagem, matemática, ciências da natureza, ciências da sociedade e redação) de acordo com o curso.
As regras foram encaminhadas pelo ministro, Fernando Haddad, aos reitores das federais na noite de quarta-feira (8) e divulgadas nesta quinta-feira (9).
Pela proposta, o aluno poderá listar até cinco cursos em instituições diferentes. O processo de inscrição será exclusivamente pela internet. Segundo o MEC, a taxa de inscrição para alunos da rede particular será o mesmo cobrado no ano passado: R$ 35. Alunos da rede pública ou bolsistas em escola particular estarão isentos da taxa.
O candidato poderá alterar as suas opções quantas vezes quiser até o encerramento do prazo das inscrições. As mudanças poderão ser feitas com base nas notas de corte em cada curso, que deverão ser atualizadas diariamente. O MEC calcula que o sistema ficará aberto para as mudanças por um período de duas semanas. O método é semelhante ao do Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo no ensino superior privado.
A nota de corte será determinada por essa concorrência entre os alunos. Ou seja, se mais alunos com notas altas concorrerem a um determinado curso a nota de corte será mais alta.